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Este organismo quimérico (Viroblast Gaggraina) serve como um local de alimentação e reprodução para um grande vírus de RNA (nome gerado: Proteavírus Beta). Ele funciona como uma colônia de células em forma de funil, semelhantes aos coanoflagelados da Terra. 1. Origem natural As células do cancro são infectadas pela cepa do Proteavírus Beta, alterando o seu comportamento e expressão genética. As células trabalham em conjunto para formar um bolor limoso. 2. Gosma estrutural O bolor limoso utiliza uma cola derivada de proteínas de fixação de moluscos para formar um pedúnculo de sustentação e diversos esporângios (estruturas reprodutivas), que são resistentes demais para serem cortados com ferramentas manuais. 3. Cristais virais O cancro armazena cristais sólidos do vírion Proteavírus Beta. Quando o cancro se alimenta, ele libera o Proteavírus Beta na água marinha e absorve os microorganismos mortos. Esses cristais são vulneráveis à ressonância sônica de alta frequência. 4. Efeito em rede O cancro cresce em direção a outros organismos infectados, transferindo nutrientes e corrente elétrica. Se o ecossistema do vírus floral for um corpo, esses cancros se tornam boca e gônada ao mesmo tempo. 5. Carapaça de proteção Os cancros desenvolvem uma carapaça resistente como a de caranguejos, usando genes de outros organismos infectados com o Proteavírus Beta. Os poros na carapaça fornecem um excelente isolamento sônico, mas o cancro não consegue se alimentar enquanto ela estiver fechada. Avaliação: principal zona de alimentação para a suspeita de vírus floral. Destrua ao abrir. A destruição pode ajudar os organismos infectados na região a eliminar o vírus.