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Uma esponja odiosa e maliciosa. Avaliando a temperatura neural do APD. Reduzindo subjetividade de saída. *Symphon achlys*, esponja da névoa moribunda. Uma esponja semi-predatória perigosa que atua como nó central em um necrobioma. 1. Arsenal bacteriano As esponjas cultivam bactérias que secretam substâncias químicas úteis. Em algum ponto de sua história, a esponja tóxica foi infectada por um simbionte bacteriano que gerou um poderoso antibiótico (semelhante ao Streptomyces humano). A bactéria usou esse antibiótico para eliminar a concorrência e depois iniciou uma luta interna para evoluir compostos capazes de destruir cepas rivais da sua própria espécie. O resultado é uma esponja saturada com um antibiótico tão concentrado que causa queimaduras na pele e danos nervosos. 2. Estratégia de caça baseada no toque Quando tocada, a esponja se contrai bruscamente, expelindo uma nuvem de toxina antibiótica. Micro-organismos são eliminados, e espécies maiores podem entrar em convulsões e morrer nas proximidades. A matéria morta se decompõe, liberando nutrientes dos quais a esponja se alimenta. 3. Fragmentos de genes animais O código genético da esponja tóxica contém fragmentos de um genoma animal: provavelmente de um crustáceo. Avaliação: evite contato. Mantenha suprimentos médicos à mão para tratar queimaduras químicas e danos nervosos.