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*Sitaroid gemini*, a raia gêmea que se assemelha a um sitar. Um eletropredador das profundezas, impulsionado para a superfície por perturbações ecológicas. 1. Raia Sitar As raias sitar, nomeadas por sua semelhança com os peixes-guitarra da Terra, provavelmente se divergiram dos mangôs há menos de 25 milhões de anos (supondo que os modelos de mudança evolutiva em Proteus estejam corretos). A cabeça achatada contém vestígios de um escudo rígido, similar aos pteraspidomorfos extintos da Terra. A mandíbula se moveu para baixo do corpo e rotacionou. Dois espiráculos puxam água para uma brânquia interna. 2. Origens de águas profundas A sitar gêmea é adaptada ao oceano profundo sem luz. Os seus olhos verdadeiros estão enterrados em uma camada de gelatina abaixo da pele. O olho central restante é um olho parietal hiperdesenvolvido — um órgão que rastreia luz e calor. 3. Estratégia gêmea Como o quatro-olhos, a raia sitar nasce sempre em pares. Quando maduros, os gêmeos se separam para se emparelhar com parceiros. Diferentemente do quatro-olhos, a raia sitar não possui órgão especializado para compartilhar alimento ou impulsos nervosos. Os gêmeos entrelaçam as partes da boca para trocar alimento. A comunicação é elétrica, semelhante ao peixe-faca da Terra. 4. Alimentação eletroativa Canais e ampolas ao longo do corpo e das nadadeiras da raia sitar contêm eletroplacas: músculos modificados que geram corrente elétrica para atordoar a presa. Quando separados, os gêmeos permanecem conectados por filamentos de muco condutor. Quanto mais longa a conexão, mais poderoso o dipolo do seu choque de caça. 5. Comportamento chocante Monitore as raias sitar quanto ao comportamento de brincadeira envolvendo detritos metálicos ou construções. Avaliação: uma ameaça séria para mergulhadores e para veículos e bases movidos eletricamente.